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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

ATIVIDADE AVALIATIVA OBJETIVA - CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS - TERMOS ESSENCIAIS DE UMA ORAÇÃO.

AVALIAÇÃO – ESTUDOS LINGUÍSTICOS - SINTAXE

1 )Assinale a alternativa que interpreta corretamente o sujeito das seguintes orações:

I – Gabava-se das coisas mais corriqueiras o coronel.

II – Compreendiam-se as razões dela.

III – Um dia após o outro mencionou-se o jantarzinho medíocre.

a) ( )Em I, II e III temos sujeitos indeterminados.

b) ( )Em I, temos sujeito expresso.

c) ( )Em I, II, e III temos sujeitos expressos.

d) ( )n.d.a.

2)Observe as orações a seguir:

I – Dizem por aí tantas coisas.

II – Nesta faculdade acolhem muito bem os alunos.

III – Obedece-se aos mestres.

O sujeito está indeterminado em:

a) ( )Somente na I.

b) ( )Na II somente.

c) ( )Na III somente.

d) ( )Em duas delas somente.

e) ( )Nas três orações.

3)Assinale a única alternativa que apresenta uma oração sem sujeito:

a) ( )”Marina, morena Marina, você se pintou.”

b) ( )”Era uma primavera na serra...”

c) ( )”A serra do Rola-moça não tinha esse nome não.”

d) ( )”Sonhei que tu estavas tão linda...”

e) ( )Nada justifica a tortura.

4) ”Ouviram do Ipiranga as margens plácidas

De um povo heróico o brado retumbante...”

O sujeito da afirmação com que se inicia o Hino Nacional é:

a)( )Indeterminado.

b)( )Um povo heróico.

c)( )As margens plácidas do Ipiranga.

d)( )Do Ipiranga.

e)( )O brado retumbante.

5) Nas orações a seguir:

I – As chuvas abundantes, pródigas, violentas, fortes, anunciaram o verão.

II – Eu e você vamos juntos.

III – Vendeu-se a pá.

a) ( )Composto, simples, indeterminado.

b) ( )Composto, composto, indeterminado.

c) ( )Simples, simples, oculto.

d) ( )Simples, composto, “a pá”.

e) ( )Composto, simples, “a pá”.

6) Classifique o sujeito na seguinte oração: “Aí lhe amanheceram dias de perfeita ventura”.

a) ( )Sujeito simples.

b) ( )Sujeito oculto.

c) ( )Sujeito indeterminado.

d) ( )Sujeito inexistente.

e) ( )n.d.a.

7)Assinale a oração cujo sujeito não é indeterminado:

a) ( )Soa um toque áspero de trompa.

b) ( )Falou-se de tudo na reunião.

c) ( )Precisa-se de carpinteiro.

d) ( )Batem à porta.

e) ( ) n.d.a.

8) Identifique a(s) frase(s) verbais onde o sujeito da oração está destacado corretamente:

a) ( )As palavras só faltavam desmanchar-se na boca da gente.

b) ( )Machucou-as, tirou-lhes as espinhas.

c) ( )Ela sofreu no Brasil ao contato do senhor com o escravo.

d) ( )Dissolveram-se nela as línguas africanas.

e) ( )Opondo-lhe um português quase de estufa.

9) Identifique a alternativa em que o verbo destacado não é de ligação.

a) ( )A criança estava com fome.

b)( )Pedro parece adoentado.

c)( )Ele tem andado confuso.

d)( )Ficou em casa o dia todo.

e)( )A jovem continua sonhadora.

10)Assinale a alternativa que contém uma oração sem sujeito:

a)( )Ontem fez muito calor.

b)( )Vive-se bem em apartamento.

c)( )Existem muitos apartamentos à venda.

d)( )O dia de ontem foi muito quente.

e)( )Vendem-se apartamentos.

11) Em uma das alternativas a seguir o predicativo inicia o período. Identifique-a:

a)( )A dificílima viagem será realizada pelo homem.

b)( )Em suas próprias inexploradas entranhas descobrirá a alegria de conviver.

c)( )Humanizando tornou-se o sol com a presença humana.

d)( )Depois da dificílima viagem, o homem ficará satisfeito ?

e)( )O homem procura a si mesmo nas viagens a outros mundos

12)”Nesse momento começaram a feri-las nas mãos, a pau”. Nessa frase, o sujeito do verbo é:

a)( )Nas mãos.

b)( )Indeterminado.

c)( )Eles (indeterminado)

d)( )Inexistente ou eles: depende do contexto.

e)( )n.d.a.

13) Em: Clama uma voz amiga: -“Aí tem o Ceará.”, “Aí tem o Ceará” exerce a função sintática de:

a)( )Sujeito composto.

b)( )Sujeito simples.

c)( )Predicado nominal.

e)( )Predicativo do sujeito.

14)Nas seguintes orações:

* “Pede-se em silêncio.”

* “A caverna anoitecia aos poucos.”

* “Fazia um calor tremendo naquela tarde.”

Analisando-as, assinale a alternativa que indica o sujeito de cada uma delas, respectivamente:

a)( )Indeterminado, inexistente, simples.

b)( )Oculto, simples, inexistente.

c)( )Inexistente , inexistente, inexistente.

d)( )Oculto, inexistente, simples.

e)( )Simples, simples, inexistente.

15) Só num caso a oração é sem sujeito. Assinale-o:

a)( )Faltavam três dias para o batismo.

b)( )Houve por improcedente a reclamação do aluno.

c)( )Só me resta uma esperança.

d)( )Havia tempo suficiente para as comemorações.

e)( )n.d.a.

16)Nas orações:

I – “E no céu plúmbeo há uma lia baça.”

II – “Chão, gente, lua e estrelas, tudo está enxuto.”

III – “Disseram muitas coisas lindas.”

IV – “Fala-se em liberdade e sinceridade.”

a)( )Todas têm sujeito indeterminado.

b)( )Só a I tem sujeito indeterminado.

c)( )Nenhuma delas tem sujeito indeterminado.

d)( )Só a III e a IV têm sujeito indeterminado.

17)Em qual das alternativas não há um verbo de ligação ?

a)( ) “O que está em jogo...”

b)( ) “... mas os resultados não foram equivalentes.”

c)( ) “Jatene está convicto...”

d)( ) “... o líder tucano na Câmara estava mal-informado.”

e)( ) “as declarações parecem viáveis.”

18) O professor entrou apressado. O destaque indica:

a)( )Predicado verbal.

b)( )Predicado verbo-nominal.

c)( )Predicado verbal.

d)( )Sujeito

e)( )Predicativo do sujeito.

19)Na oração: “A inspiração é fugaz, violenta,” podemos indicar que o predicado é:

a)( )Verbo-nominal, porque o verbo é de ligação e vem seguido de dois predicativos.

b)( )Nominal, porque o verbo é de ligação.

c)( )Verbal, visto que o verbo é de ligação e são atribuídas duas características ao sujeito.

d)( )Verbo-nominal, pois o verbo é de ligação e vem seguido de dois advérbios de modo.

e)( )Nominal, visto que o verbo tem sua significação completada por dois nomes que funcionam como adjuntos adnominais.

20) “Se Deus cantasse,

Cantaria com a voz de Milton.”

(Elis Regina)

Analise a frase verbal proposta e escolha alternativa que apresenta a afirmação incorreta:

a)( )A conjunção “se” inicia uma oração que indica a idéia de hipótese.

b)( )O segmento “com a voz de Milton” expressa a idéia de instrumento.

c)( )O sujeito da segunda oração é indeterminado.

d)( )Em ambas as orações o predicado é verbal

e)( )n.d.a.

21)A questão seguinte refere-se ao poema Tempo-será, de Manuel Bandeira. Leia-o, atentamente, antes de respondê-la:

A Eternidade está longe

(Menos longe que o estirão

Que existe entre o meu desejo

E a palma da minha mão).

Um dia serei feliz?

Sim, mas não há de ser já:

A Eternidade está longe,

Brinca de tempo será.

a)Os termos longe e feliz são, respectivamente:

a)( )Sujeito e sujeito.

b)( )Predicativo do sujeito e predicativo do sujeito

c)( )Predicativo do objeto e predicativo do sujeito.

d)( )Predicativo do sujeito e sujeito.

e)( )Sujeito e predicativo do objeto.

b)Quantos versos há? Quantas estrofes? Há rimas? Quais são elas?

LIVRO VIDAS SECAS - GRACILIANO RAMOS.

Livro: Vidas Secas.

Autor: Graciliano Ramos.

Editora: Record.

Gênero: Romance.

Ano de Lançamento: 1938.

Principais personagens são: Fabiano, Sinhá Vitória, Menino mais Velho, Menino mais Novo, a cachorra (Baleia) e o papagaio, que a família come para aliviar a fome.
Número de Páginas: 178.

Sinopse:

Vidas Secas, lançado originalmente em 1938, é o romance em que mestre Graciliano - tão meticuloso que chegava a comparecer à gráfica no momento em que o livro entrava no prelo, para checar se a revisão não haveria interferido em seu texto - alcança o máximo da expressão que vinha buscando em sua prosa. O que impulsiona os personagens é a seca, áspera e cruel, e paradoxalmente a ligação telúrica, afetiva, que expõe naqueles seres em retirada, à procura de meios de sobrevivência e um futuro.

Relatos detalhados da história:

Com a chegada da seca no sertão, Fabiano e sua esposa Sinhá Vitória, os dois filhos, o papagaio e a cachorra Baleia foram forçados a mudar. Caminharam por uma longa jornada na terrível seca. Antes que morressem de fome comeram o papagaio, seguindo a viagem o menino mais velho desmaiou, seguiram carregando o pequeno, foi assim que encontraram uma fazenda abandonada onde se instalaram.

A seca acabou e Fabiano se acertou com o dono da fazenda. Era o vaqueiro daquela terra, logo houve uma ressurreição em todos e tudo. Os meninos, a cadela, Sinhá Vitória e o próprio Fabiano engordaram, na fazenda criaram porcos e bois.

Em um dia Fabiano foi até a cidade comprar o que faltava em casa, antes de ir embora resolveu tomar um copo de cachaça, se sentia por todos enganado acreditando que sempre lhe cobravam mais do que era certo, assim como o patrão que sempre lhe pagava menos com a história dos juros. Foi ai que um soldado amarelo apareceu e o chamou para um jogo de cartas, como o homem era autoridade aceitou, mas logo após a primeira rodada foi embora. O soldado lhe seguiu o pertubando até que Fabiano enraivecido xingou a mãe dele. Com isso foi para cadeia. A ignorância que a pobreza lhe causara não permitiu que ele se explicasse e assim ganhou uma surra e uma noite na prisão.

Mesmo assim a vida melhorara, Sinhá Vitória acreditava que para a felicidade ser praticamente completa bastava uma cama de verdade diferente daquela que possuíam, feita de varas que os incomodavam durante o sono. Os meninos apenas se divertiam no barreiro junto com a cachorra Baleia. O mais novo em uma tentativa de imitar o pai tentou muntar um bode o que só lhe deu uma queda e humilhação por parte do irmão e de Baleia. E o menino mais novo buscando o significado de inferno apenas ficou chateado com a má vontade que lhe explicaram.

O inverno chegou e a família se acalentava frente à fogueira onde travavam pequenas conversas primárias. O natal também chegou e com isto toda a família vestida de roupas novas que só lhes incomodavam foi à missa, tanta gente os assustava e com a lembrança nunca esqueçida da injustiça aprontada pelo soldado amarelo, Fabiano bebeu e saiu a desafiar os homens. Acabou deitado na calçada tirando um cochilo, enquanto Sinhá Vitória fumava e os filhos brigavam com Baleia por ter desaparecido.

Depois desses tempos Baleia adoeceu. Feridas apareceram, o pêlo caiu e ela emagreçeu. Fabiano decidiu matá-la de forma rápida que lhe poupasse o sofrimento. Sinhá Vitória se trancou com os filhos e tampou-lhes os ouvidos. Fabiano com um tiro feriu o traseiro da cachorrinha que assustada se arrastou até os juazeiros onde sem compreender morreu.

Certo dia caminhando pela catinga Fabiano se encontrou com o soldado amarelo que nunca esquecera. Precipitou-se erguendo o facão, mas parou antes de ferir o homem. Viu como ele era um frouxo já que nem se agüentava de tanto tremer. Ficaram frente a frente até que o soldado viu que Fabiano recuara, perguntou-lhe o caminho, Fabiano respondeu tirando o chapéu.

As trapaças do patrão o pertubavam e as contas de Sinhá Vitória sempre mostravam que eles estavam sendo enganados, mas quando foi reclamar o patrão se encheu de fúria e disse que ele podia ir embora, Fabiano perdeu o emprego. Fabiano desculpou-se e foi embora. Nesse contexto a seca voltava.

O bebedouro secava, o rio também, vinham ainda dezenas de pássaros que bebiam o pouco de água que restava aos bichos que emagreciam. Fabiano matava-os, mas eram muitos. Os que ele matava salgavam e guardavam. A seca chegou. Fabiano sabia que era hora de partir, de fugir, mas adiava. Foi então que matou o único bezerro que lhes pertenciam e salgaram junto a carne dos pássaros, trancaram a fazenda e partiram. Sem avisar.

Fabiano se atormentava com as lembranças: o soldado amarelo, a cachorra Baleia, o cavalo que ficou pra morrer já que pertencia ao patrão e ele não podia levá-lo. Mas depois começaram a conversar e as léguas passaram sem nem verem, almoçaram e as esperanças de encontrar uma terra nova onde os filhos teriam futuros diferentes e eles um presente mais digno onde não precisariam fugir da seca, os levou embora.

LIVRO IRACEMA - JOSÉ DE ALENCAR.


Título do Livro: Iracema.

Autor: José Martiniano de Alencar.

Gênero: romance.

Série Bom Livro.

Ano de lançamento: 1865.

Editora: Ática.

Número de Páginas: 75.

Personagens Prinicipais: Martim, Iracema.

Sinopse

Durante uma caçada, Martim se perdeu dos companheiros pitiguaras e se pôs a caminhar sem rumo durante três dias.No interior das matas pertencentes à tribo dos tabajaras, Iracema se deparou com Martim. Surpresa e amedrontada, a índia feriu o branco no rosto com uma flechada. Ele não reagiu. Arrependida, a moça correu até Martim e ofereceu-lhe hospitalidade, quebrando com ele a flecha da paz.Martim foi recebido na cabana de Araquém, que ali morava com a filha. Ao cair da noite, Araquém havia deixado seu hóspede sozinho, para que ele fosse servido pelas mais belas índias da tribo. O jovem branco estranhou que entre elas não estivesse Iracema, a qual lhe explicou que não poderia servi-lo porque era quem conhecia o segredo da bebida oferecida ao pajé e devia prepará-la.Naquela noite, os tabajaras recepcionavam festivamente seu grande chefe Irapuã, vindo para comandar a luta contra os inimigos pitiguaras. Aproveitando-se da escuridão, Martim resolveu ir-se embora. Ao penetrar na mata, surgiu-lhe à frente o vulto de Iracema. Visivelmente magoada, ela o seguira e lhe perguntou se alguém lhe fizera mal, para ele fugir assim. Percebendo sua ingratidão, Martim se desculpou. Iracema pediu-lhe que esperasse, para partir, a volta, no dia seguinte, de Caubi, que o saberia guiar pela mata. O guerreiro branco voltou com Iracema e dormiu sozinho na cabana.

Relatos detalhados da história.

Iracema era a filha do pajé Araquém da tribo dos tabajaras. Em um dia quando banhava em um rio chegou até ela um estrangeiro, Martim. Assim que o viu a observá-la o atacou com uma flecha, mas a expressão de Martim foi tal que Iracema viu a mágoa que causara e assim se perdoaram. Seguiram então para a tribo da jovem índia, onde ele foi hospedado. Rapidamente os dois se apaixonaram, mas Iracema era a virgem de Tupã o que tornava o amor deles proibido.

Em uma noite ela levou Martim ao bosque da Jurema onde lhe ofereceu uma bebida que o adormeceu e lhe proporcionou rever em sonhos seus melhores momentos e suas esperanças. Nos seus sonhos chamou por Iracema que se reclinou sobre o estrangeiro, novamente ele a chamou, mas assustada ela o deixou adormecido e foi embora, quando retornava do bosque encontrou-se com Urapuã, o chefe dos guerreiros.

Esse tinha visto o estrangeiro sair com a virgem e agora queria matá-lo acreditando que Iracema havia se entregado ao estrangeiro, ela se opôs dizendo que não permitiria e assim Urapuã jurou matar Martim, e foi embora. Iracema ficou a velar Martim. Ele ao acordar pela manhã encontrou Iracema na entrada do bosque. Ela estava triste, a situação não permitia que eles ficassem juntos, Martim resolveu que o melhor era que ele partisse.

Mas sua vida corria perigo, e por isso Iracema foi à tribo dos pitaguaras, rivais dos tabajaras, ter com o amigo de Martim, Poti o maior guerreiro. Logo ele veio ao encontro de seu amigo para lhe ajudar na fuga. Ouviram Iracema que aconselhou a partida durante a festa da lua das flores, pois ninguém estaria prestando atenção.

Na espera para o dia da festa, Iracema e Martim ficaram juntos e Tupã perdeu sua virgem. Chegado o dia da fuga, Iracema os acompanhou, mas quando já estavam fora das terras dos tabajaras a índia declarou que não podia se separar do estrangeiro e seguir com ele. Estavam adiantados, mas quando os guerreiros tabajaras acordaram seguiram o rastro deles e depois de um tempo os alcançaram, iniciaram uma batalha e Iracema lutou contra os da sua tribo. O cão de Poti guiou os guerreiros da pitaguara que socorreram Martim e Poti e esses saíram vencedores.

Por um tempo a tristeza pertubou Iracema que traíra sua tribo, mas Martim fazia sua alegria. Os três foram caminhando pelas terras dos potiguaras até que chegaram ao mar onde se instalaram. Lá viviam também outros índios, tribos de pescadores mais à margem dos braços do rio e tribos caçadoras mais pra dentro da mata.

Depois de um tempo Martim e Poti foram ter com o grande chefe dos pitiguaras e ali o viram morrer. A alegria agora morava na alma de Iracema, banhava-se com alegria no rio e foi nesse tempo que deu alegria a Martim anunciando a espera de um filho. Martim então se fez grande guerreiro na tribo dos pitiguaras e assim tornou-se um deles recebendo o nome de Coatiabo e festejaram até a manhã.

A alegria morou ainda por muito tempo na cabana, mas em certo tempo a saudade de seus irmãos e da pátria apertou o coração. Martim saía para as batalhas contra os taputingas que, em aliança com Irapuã, vinham combater a nação dos pitiguaras.

Nessas partidas Iracema se entristecia, agora ainda mais por que via nos olhos de seu esposo a saudade que tinha de sua terra natal. Partiu Martim pra nova batalha. Essa contra os guaraciabas. Novamente os pitiguaras venceram e enquanto comemoravam a vitória Iracema deu a luz ao filho Moacir, o filho da dor. Iracema mergulhada numa tristeza profunda passou a esperar por seu esposo com o filho nos braços, por causa da tamanha tristeza ela perdeu o apetite e as forças. Martim regressou e teve com seu filho, a graça de ser pai lhe reacendeu o amor, mas Iracema se enfraqueceu e acabou morrendo. Não tendo mais motivos para se prender àquelas terras o estrangeiro partiu com o filho para sua terra natal, prometou voltar e assim o fez depois de alguns anos. Aquela terra guardava uma amarga saudade, que lhe rendeu abundantes lágrimas que só se findaram quando ele tocou a terra onde repousava sua amada. Martim veio acompanhado de homens de “sua espécie” e um sacerdote de sua religião, fundaram ali a mairi dos cristãos, o fiel amigo Poti que sempre o esperara foi o primeiro a adotar a religião. O Deus verdadeiro chegou àqueles povos, Martim lutou novamente a favor dos pitiguaras e com emoção lembrava os momentos que tivera com Iracema naquelas terras.

LIVRO SOZINHA NO MUNDO - MARCOS REY.


Livro: Sozinha no Mundo.

Autor: Marcos Rey.

Editora: Ática.

Ano de Publicação: 1984.

Personagem principal: Pimpa (Maria Paula), Tio Leonel, a vilâ (assistente social Gertrude)

Gênero: infanto-juvenil – literatura juvenil.

Editora: Ática.

Número de Páginas: 128.

Sinopse - Sozinha No Mundo - (1984) - Marcos Rey

A mãe morreu. O tio Leonel sumiu. A única conhecida perdeu a memória. Pimpa, de 14 anos, acabou de chegar a São Paulo e está completamente só. Mas uma mulher parece estar muito interessada na garota. Por quê? É o que Pimpa pretende descobrir. Até lá, só lhe resta fugir da estranha mulher que a persegue. Mas para onde ir, quando se está sozinha no mundo? Em meio às constantes fugas para escapar de uma mulher misteriosa, Pimpa vai vencendo as dificuldades da vida em uma metrópole. Uma história terna e sensível, de amizade e muita emoção. Pimpa, uma menina de 14 anos perde a mãe quando está se mudando de Serra Azul para São Paulo. Com a morte da mãe ela fica sozinha no mundo e, para aplacar a solidão, precisa encontrar com urgência seu tio Leonel, o único parente que lhe restou. Teria alguém interesse em ajudar a pobre menina? Maria Paula, a Pimpa, mesmo perseguida por uma falsa assistente social, vence as dificuldades de viver só em uma grande metrópole.

Relato breve do livro com a intenção de despertar o interesse dos leitores.

Pimpa é o apelido da menina Maria Paula, que viaja de ônibus de Serra Azul para São Paulo, na companhia de sua mãe e de sua inseparável oncinha de pelúcia, Lila. Durante a viagem, a mãe de Pimpa acaba morrendo e ela, sozinha no mundo, é acolhida pela família de Noel, um rapaz aficionado por cinema e que rodava um filme com sua câmera Super 8, ali mesmo, dentro do ônibus. No decorrer da história, Pimpa passa a ser perseguida por uma falsa assistente social, de nome Gertrude, tenta a todo custo encontrar seu Tio Leonel, supostamente seu único parente vivo, passa por situações de extremo perigo, faz grandes amizades para no fim, descobrir que nem tudo é o que parece ser.


LIVRO SENHORA - JOSÉ DE ALENCAR.

Livro: Senhora.

Autor: José Martiniano de Alencar.

Gênero: Romance.

Ano de Lançamento: 1990.

Editora: L&PM Editores.

Personagens Prinicipais: Aurélia e Fernando.

Coleção: L&PM POCKET, V.79

Número de páginas:297.

Sinopse:

José de Alencar publicou Senhora em 1875, quando o Romantismo vivia já seus últimos anos de glória. Ao lado de Diva e Lucíola, Alencar completa com 'Senhora' a trilogia com que se propôs a traçar "perfis" de mulher. São perfis marcados pela romântica passionalidade de mulheres que movem os romances urbanos de Alencar, ambientados no Rio de Janeiro do Segundo Império. Em 'Senhora', Alencar tematiza o casamento por interesse, envolvendo Aurélia e Fernando num desgaste emocional que instigará o leitor até a situação final dos acontecimentos em nível da paixão humana.

Relatos detalhados da história.

Aurélia Camargo era uma moça pobre, já tinha perdido o irmão e o pai, sua mãe temendo morrer e abandonar a filha desamparada insistia para que ela fosse ficar na janela pra ver se arrumava um casamento. Realizando tal desejo, conseguiu muitos admiradores e um grande e único amor, Fernando Rodrigues Seixas.

Este tinha apenas a mãe e duas irmãs e levavam uma vida pobre, viviam do aluguel de dois ecravos, da costura e da pequena ajuda que Fenando dava com seu emprego público. Frente ao amor de Aurélia lhe pediu a mão em casamento, mas logo desanimara do feito, pois sabia que casando com ela teria uma vida pobre e perderia sua liberdade deixando assim de frequentar a sociedade.

Assim o romance esfriou até que o noivado foi rompido. Fernando aceitou casar-se com Adelaide, pelo menos receberia um dote de trinta mil contos de réis. Nesses tempos o avô paterno de Aurélia lhe apareceu, mas rapidamente veio a falecer quase ao mesmo tempo em que sua mãe, no entanto seu avô lhe havia deixando sua rica herança, agora ela era uma moça rica. Sua tutela foi entregue a seu tio Lemos, que há muito havia cortado as relações com a mãe de Aurélia. Mas ela prefiriu viver em uma casa com D. Firmina uma amiga viúva que a tinha amparado quando ficara sozinha no mundo.

Fernando viajou para Recife na esperança de escapar do casamento. Com sua ausência Adelaide e Dr. Torcato Ribeiro se reaproximaram. Aurélia lhe havia devolvido cinquenta mil contos de réis que a muito lhe devia e assim o pai de Adelaide lhe consentiu a mão da filha. Quando Fernando voltou já estava livre do casamento, foi então que Lemos lhe prôpos casar-se com uma moça em troca de um dote de cem mil contos de réis, ele acabou por aceitar e recebeu um adiantamento de vinte mil contos de réis, depois veio conhecer que a moça era Aurélia. Alegrou-se pois sempre a amara.

Casaram. No quarto de núpcias quando Fernando se declarava Aurélia friamente entregou-lhe o resto do dote e declarou que ele a pertencia, afinal acabara de comprá-lo. Nessas condições passaram a viver um falso casamento, dormiam em quartos separados e sempre se tratavam intimamente com sarcasmo e ironia. Com o decorrer do tempo Fernado se dedicava ao trabalho de servidor público e Aurélia passou por um longo tempo se isolando de todos. Depois de tal isolamento dediou-se a festas, visitas e pequenas reuniões contínuas.

Ao voltarem de um baile quase houve uma reconciliação, no entanto essa não se fez. Então durante uma valsa em um baile próprio, Aurélia desmaiou e acabram ambos sozinhos no quarto dela. Nesse momento quase houve novamente uma reconciliação, mas Fernando sem querer disse palavras que ofenderam a sua esposa. Voltaram para o baile, ainda vivendo em farsas.
Quando o baile acabou cada um foi para seu quarto, Aurélia baseando-se nos recentes acontecimentos concluiu que Fernando realmente a amava, quase foi ao encontro dele, mas precisava ter certeza e abandonou assim a idéia.

Nos dias seguidos Fernando recebeu o diheiro que havia ganhado através de um investimento, pediu para conversar com Aurélia. Após o jantar foram para o quarto dela, ele entregou a ela um cheque com o valor que ela havia pagado pelo dote e mais os outros vinte mil contos de réis, conquistados no trabalho na repartição e pelo lucro do investimento. Declarou-se livre, pois havia lhe devolvido o dinheiro com o qual ela o havia comprado.

Considerando-se dois estranhos despediram-se. Nesse momento Aurélia confessou todo o amor que tinha por Fernando, afirmou que sendo eles agora estranhos o passado havia sido esqueçido e assim podiam viver o amor que sentiam. Fernando ao ouvir tal confisão beijou sua esposa e assim reconcilhiaram-se. Ele de repente hesitou, o dinheiro de Aurélia lhes empedia de amarem-se, ela então pegou em uma gaveta um documento, era seu testamento onde deixava tudo para Fernando, nessas circunstâncias uniram-se no “amor conjugal”.

domingo, 8 de agosto de 2010

SEQUÊNCIA DIDÁTICA: TRABALHANDO COM NOTÍCIAS DE JORNAL.




CURSO: LEITURA E ESCRITA: UM PROCESSO DE INTERAÇÃO.

ATIVIDADE – 6ª AULA – 31/07/2010.

Seqüência Didática - ARTIGOS DE OPINIÃO.


Tema: Segurança Pública.

Título: Polícia Despreparada: segurança comprometida.

Textos de Apoio: 1. PMs suspeitos de provocar overdose.
2. PMs “highlanders” condenados a 18 anos e 8 meses de prisão.

Objetivo: fazer com que os alunos reflitam sobre o meio em que vivem, seus atos, atitudes, para mudar esta realidade. Desenvolverem um senso crítico e se tornarem cidadãos autônomos e ativos na sociedade.

Aulas Previstas: 8 a 10 aulas.

Trabalhando com as 8ªs. séries: Artigos de Opinião.

Seqüência Didática:

· Para que os alunos tenham uma visão do tema, utilizaremos dois textos de apoio, extraídos do Jornal “O Estado de São Paulo” – Metrópole – 31/08/2010, página C 3 (em anexo);
· Nestes textos, podemos explorar com os alunos o gênero jornalístico, elencando aspectos textuais essenciais na notícia de jornal, como tempo, espaço, fato, conflito e proposta de intervenção;
· Num segundo momento, podemos fazer uma roda de discussão acerca do assunto, onde levantaremos questões como: A polícia é despreparada? O salário baixo compromete o trabalho? A perversidade de alguns policiais compromete a segurança? A população se sente segura ou é vítima do conflito entre policiais e criminosos?, etc;
· Após trabalharmos este conhecimento prévio e estrutura do texto jornalístico, além do debate acerca do assunto, partiremos para segunda etapa: produção de um artigo de opinião;
· Nesta etapa, os alunos deverão escolher um título referente ao tema e defender uma opinião, favorável ou não, acerca da Segurança Pública;
· Os alunos deverão elaborar um rascunho inicialmente, sendo orientados e assistidos pelo educador quanto à estrutura de um artigo de opinião. Depois de estruturarem os seus textos, os alunos deverão trocá-los com um colega de classe, para que possam visualizar o impacto que seus textos causarão no leitor e se necessitarão fazer alguma adaptação em seus artigos, segundo o objetivo que elaboraram e o público-alvo que desejam atingir;
· Para finalizar, os alunos apresentarão seus artigos para classe e depois, irão expor seus trabalhos às outras classes, num quadro de avisos, visando despertar o interesse do leitor pela leitura e para que os mesmos tomem contato com o próprio gênero.

Textos de apoio:

O ESTADO DE S. PAULO SÁBADO, 31 DE JULHO DE 2010/CIDADES/METRÓPOLE/C3

TEXTO 1: PMs “highlanders” condenados a 18 anos de prisão.

Júri considerou quatro policiais culpados pela morte de deficiente mental em 2008. Defesa vai tentar anulação.
Bruno Lupion
Elvis Pereira

Após 16 horas de julgamento, o Tribunal do Júri de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, condenou ontem a 18 anos e 8 meses de prisão quatro policiais militares pela morte do deficiente mental Antônio Carlos Silva Alves, o Carlinhos.
Os condenados, o sargento Moisés Alves dos Santos, o cabo Joaquim Aleixo Neto e os soldados Anderson dos Santos Salles e Rodolfo Vieira dos Santos, são acusados de pertencer ao grupo de extermínio highlanders. A defesa afirmou que pedirá a anulação do julgamento. Os PMs já estavam presos.
A equipe do 37º Batalhão, segundo testemunhas, abordou Carlinhos, de 31 anos, em 9 de outubro de 2008, no Jardim Capela, Zona Sul. O rapaz foi encontrado decapitado, com as mãos arrancadas e um corte no formato de cruz no abdômen, em Itapecerica. Teria sido espancado até a morte. Na sentença, o juiz Antônio Franla Hristov afirmou que os policiais “deveriam ter sido os primeiros a proteger a vítima”. A meu ver, houve abuso de autoridade.
*Após a sentença.
MARIA DA S. ALVES
Mãe da vítima
“Ainda dá para confiar na Justiça. O Carlinhos não conhecia os PMs que o mataram. Ele estava no lugar errado, na hora errada. Agora eles vão pagar pelo que fizeram.”


TEXTO 2: PMs suspeitos de provocar overdose.

RIO

A PM do Rio afastou ontem três policiais do 18º Batalhão de Jacarepaguá, por suspeita de envenenar ou provocar uma overdose de cocaína em dois homens. Um amigo que acompanhava a dupla disse que Atemildo José de Souza, de 28 anos, e Alex da Silva Cardoso, de 35, foram detidos por consumo de drogas dentro do ônibus. Eles teriam sido obrigados a tomar água com o entorpecente em uma cabine da PM.
PEDRO DANTAS.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

ATIVIDADE 2 - PRODUÇÃO, SELEÇÃO E JUSTIFICATIVA DO ELENCO DA FILME CRIADO PELOS ALUNOS - UMA HISTÓRIA DE VIDA REAL.


Após pedir aos alunos que construíssem uma história de vida real que serviria de base ou argumento para produção de um filme, devemos início a segunda parte da Atividade.Na segunda etapa da atividade, pedi aos mesmos que elaborassem o elenco do filme, com personagens e justificativas, para que a história construída por eles pudesse, através do roteiro, ser transformada em um filme. Segue abaixo uma das atividades elaboradas pelos alunos do 3º ano do Ensino Médio, com a seleção do elenco do filme "LUTANDO CONTRA O DESTINO".


ATIVIDADE - SELEÇÃO E JUSTIFICATIVA DO ELENCO DO FILME "LUTANDO CONTRA O DESTINO".


ATORES SELECIONADOS (ELENCO), PERSONAGENS DO FILME, JUSTIFICATIVA:
Tom Hanks -Bruno - Este ator tem características substanciais de dramaticidade, sendo ideal para histórias verídicas, com temas polêmicos.

Julia Roberts -Letícia - Esta atriz representa a noiva, por ser meiga, bela e recatada, mas por se impor, quando traída, demonstrando-se plena e absoluta e jamais dando uma segunda chance, ou seja, havendo traição e desconfiança não há perdão.

Antônio Bandeiras - Edson - Este ator consegue incorporar o personagem, por ter um semblante sofrido, mas denotar a personalidade de uma pessoa amorosa, delicada, que luta por seus sonhos e nunca abandona seu verdadeiro amor.

Tarcísio Meira - Avô Antônio - Este ator representa enfaticamente o papel do avô, pela postura rígida, severa e pela personalidade turrona de ser, pensar e agir.

Glória Menezes - Avó Mercedes - Esta atriz representa o papel ideal da avó: serena, discreta, amorosa, acolhedora e submissa, ficando entre o neto e o marido. Apesar do amor pelo neto, é obrigada a aceitar a decisão do marido em expulsar o neto, pois além de submissa, depende financeiramente dele.

Cristiane Torloni - Mãe Helena - Torloni faz bem o papel de mãe. Elegante, chique e com a personalidade lutadora, defende seus filhos a todo custo, mas depende dos pais para criá-los. Desiludida, perde o incentivo por sua vida e mesmo amando demasiadamente seus filhos, acaba caindo na tentação do suicídio, por não ter como se defender, proteger e criar os seus filhos.

Claudia Raia - Irmã Silvia - Atriz ideal para fazer o papel de vilã. Impositiva, discursiva e com uma linguagem persuasiva, utiliza as suas artimanhas e predicativos com o intuito de tentar destruir a todo custo à felicidade do seu irmão Bruno.

Bruno Gagliasso - Sobrinho Douglas - Este ator é ideal para fazer o papel de sobrinho, pela postura e fisionomia. Representa um adolescente mimado, rico, que acredita nas mentiras de sua mãe e despreza o seu tio Bruno, sem nunca procurar a verdade ou tentar ouvir a versão do seu tio.

Fernanda Rodrigues -Sobrinha Amanda - Esta atriz é meiga, carinhosa, sonhadora. Representa substancialmente o papel da sobrinha que fica em cima do muro; gosta do seu tio, mas fica entre as mentiras e o amor da sua mãe Silvia ou o relacionamento com seu tio, o qual é abalado por muitas vezes e que se acaba com o tempo.

Whoopi Goldberg - Professora de Magistério de Português Dolores - Generosa, carinhosa, atenciosa, delicada, esta atriz faz o papel ideal da professora que acredita no potencial de Bruno, apoiando-o financeiramente e psicologicamente.

Sandra Bulloc - Professora de Literatura da Universidade Uninove Nena -Extrovertida, mas séria e responsável quando necessário, esta atriz vivida por Sandra Bulloc descobre o talento de Bruno nas aulas de Literatura, através de seus textos, poemas e poesias, testemunhando sua evolução e vitórias.

PERFIL DA ESCOLA DE MAGISTÉRIO: A escola denominada CEFAM é específica na formação de professores de Ciclo I do Ensino Fundamental. Com 10 aulas por dia, tem como foco principal a professora de Língua Portuguesa Dolores, vivida por Whoopi Goldberg, uma professora carinhosa, carismática, meiga e comunicativa.

PERFIL DA UNIVERSIDADE UNINOVE: A Uninove, situada na Barra Funda – SP., oferece um ensino de qualidade, com um ensino rígido e tradicional, com o objetivo de formar profissionais preparados para a vida e para o mercado de trabalho.

PERFIL FAMILIAR:
A família do personagem Bruno é egoísta, materialista, favorecendo e agradando somente as pessoas por conveniência e comodismo.Também é preconceituosa e cruel.

PERFIL SENTIMENTAL DE BRUNO: Bruno é um rapaz com problemas gravíssimos de auto-referência, devido ao preconceito familiar, não se aceitando homossexual. Tem uma vida conturbada, difícil e infeliz, inclusive em alguns de seus relacionamentos. Sua felicidade se dá pelo amor de Edson, mas é momentânea, pois se dá no momento de sua doença. Mesmo assim, conturbado ou não, não perde a sua fé inabalável, a esperança incessante em busca de sua felicidade.

SINOPSE DO FILME “LUTANDO CONTRA O DESTINO”- UMA HISTÓRIA DE VIDA REAL -"Nascido aos 23/11/76, esta criança mal chegou a conhecer o pai, o qual abandonou sua mãe quando o mesmo estava ainda com 3 meses de idade. Criado pelos avós e tios, tendo pouco contato com sua mãe, que trabalhava com venda de roupas porta a porta para sustentá-lo e para sustentar mais outras duas filhas. Na adolescência, descobre sua homossexualidade e aos 14 anos, resolve contar a todos os familiares e é expulso de casa. Não obstante, sem rumo, vai trabalhar na noite paulistana como barman em uma boate, cuja dona o coloca também para fazer para fazer stripper na boate e para limpar sua casa. Cansado de tanta humilhação, este jovem chamado Bruno resolve fazer Magistério, para ser professor e poder sustentar-se com o salário oferecido como Bolsa no curso. às vésperas de sua formatura perde a sua mãe em um acidente de trem. Mesmo desiludido, este jovem se forma e posteriormente, se forma em LETRAS na Uninove. Em 1993, perde sua mãe, em 2003, sua avó, única familiar que ainda o amava. Com dois empregos, como professor e Educador da Fundação CASA, local onde conhece Letícia e iniciam um romance, chegando até a noivar. Porém, após a ligação de sua irmã mais velha contando a Letícia toda a vida de Bruno. Letícia, chocada, surpreende Bruno, abrindo-lhe um processo por danos materiais e morais. Após o processo, Letícia ganha a casa de Bruno, avaliada no valor da causa e além de lhe tomar a casa, único bem, resolve prejudicar-lhe no emprego, por ser sua chefe, enfim, acabar com a vida de Bruno. Sem rumo, com tantas perdas, inclusive dos sobrinhos, que acreditavam numa mentira bárbara de sua irmã mais velha, Adriana, e resolveram ignorá-lo, com o restante da família. Contudo, Bruno acaba terminando internado num Hospital psiquiátrico e meses depois, se aposenta por invalidez. Aposentado, dentro de um Hospital, conhece Edson, que o apóia em todos os sentidos e traçam um novo destino. Esperançoso com a nova situação, Bruno é surpreendido e descobre que é portador do vírus HIV, mas isto não lhe tira o brilho de sonhar. Apesar dos entraves, ambos terminam juntos em Pernambuco e Edson fica ao lado de Bruno até o último dia de sua vida. Estes foram os melhores momentos da vida conturbada de Bruno, um jovem que nunca deixou de acreditar nos seus sonhos, na esperança, enfim, na vida, até que partiu aos 32 anos de idade com sua fé inabalável em Deus e no destino que lhe foi traçado!"